Já participou nos DOMINGOS EM FAMÍLIA do Castelo de S. Jorge?
Em 2012, venha descobrir os novos programas que o Castelo de S. Jorge preparou para os Domingos em Família.
DANÇAS PARA TRÊS PRINCESAS
Os casamentos das Infantas D. Isabel, filha de D. João I, D. Beatriz, filha de D. Manuel I e D. Catarina de Bragança, filha de D. João IV, foram marcantes na história da dança, nomeadamente, entre o século XV e o século XVII. Através do esplendor do traje e da arte da dança, o grupo Danças com História ilustra esses tempos de elegância ordenada nos quais a harmonia da dança se aliava à representação do poder.
PROGRAMA
DANÇAS PARA TRÊS PRINCESAS
11H00 | Duração 1h00 | M/5 | Bilhete Castelo S. Jorge
ASSOCIAÇÃO DANÇAS COM HISTÓRIA
D. Isabel, Princesa de Portugal e Duquesa de Borgonha
22 JAN | 15 ABR | 15 JUL | 21 OUT
…« E chamaram-lhe “La Portingaloise”, nome de dança, em jeito de sentida homenagem a uma dama, a uma dinastia e a um reino que um dia ousou transpor os seus limites. »
Em 1430, no meio de sumptuosas cerimónias, a infanta D. Isabel, filha de D. Filipa e de D. João I, desposou Filipe o Bom, duque de Borgonha, o mais influente governante do seu tempo. D. Isabel, uma mulher à frente do seu tempo, rodeou-se de artistas e poetas, tendo sido uma reconhecida mecenas das artes.
D. Beatriz, filha de D. Manuel I, Princesa de Portugal e Duquesa de Sabóia
19 FEV | 20 MAI | 19 AGO | 18 NOV
«… começou um grande serão, em que El Rei, nosso senhor dançou com a senhora Infanta duquesa, sua filha…e assim dançaram todos os galantes que iam a Saboia e muitos outros senhores….»
A partida de D. Beatriz para desposar o Duque de Sabóia, em 1521, revestiu-se de um brilho invulgar. Para celebrar a ocasião, Gil Vicente escreveu As Cortes de Júpiter e D. Manuel I deu um sarau a bordo da nau em que a Infanta ia viajar.
D. Catarina de Bragança, princesa de Portugal e rainha consorte de Carlos II de Inglaterra
18 MAR | 17 JUN | 16 SET | 16 DEZ
«…hão-de andar pelas ruas…todas as danças e folias que se puderem juntar…E hão-de ter recado as trombetas, charamelas e menestréis …»
Por ser católica, D. Catarina não foi coroada rainha, mas o seu casamento reforçou a aliança entre Portugal e Inglaterra e foi um garante de outra Restauração: a da independência de Portugal. D. Catarina teve um relevante papel na corte inglesa. Levou consigo a geleia de laranja e o hábito do chá, sendo figura assídua, certamente, nas country dances que J. Playford publicava. No programa das festividades assinalando a partida da Princesa para Londres, pode ler-se: «…hão-de andar pelas ruas…todas as danças e folias que se puderem juntar…E hão-de ter recado as trombetas, charamelas e menestréis …»
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